terça-feira, 2 de outubro de 2012




quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Holodeck

Um equipamento capaz de transformar um espaço em um ambiente que se deseja visitar e que leva os passageiros a uma viagem sem sair do lugar. Assim é o Holodeck. O termo holodeck vem sendo utilizado desde o filme “Jornada nas Estrelas: A Próxima Geração” para denominar um ambiente onde éra possível realizar simulações de lugares e pessoas para fins de entretenimento, treinamento, entre outros. Considerado por  Janet Murray (Hamlet on the Holodeck,)  como a “mais poderosa tecnologia de ilusão sensorial que se pode imaginar”. Uma sala de hiper-realidade, sobre o qual um computador projeta elaboradas simulações, combinando holografia com campos de força magnéticos e conversão de energia em matéria. Dentro do holodeck, o usuário não lê a história, ele participa dela. Diferentemente da ilusão óptica de um cinema 3D, ele pode tocar e interagir materialmente com os personagens. 

Dando uma googleada achei um vídeo bem legal que talvez ilustre bem o conceito de holodeck. Se liguem na piração.



 














quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Aprendizado em ambientes digitais.



Sempre estudei em escolas do estado, ou como falamos, em escolas publicas e o uso de computadores nessa época (falo dos anos 90) não era nada comparado ao que temos disponível nos dias de hoje. Meu primeiro computador,se não me engano, veio quando eu tinha uns 15 ou 16 anos e antes disso na escola, tanto no ensino fundamental como no ensino médio também não tínhamos computadores. Em raríssimas aulas usávamos a televisão e o VHS. O modelo de escola que eu tive pensando bem foi o modelo de escola “analógico”, em que lousa e papel predominavam em nossas aulas, e a única fonte de sabedoria nesse quadro era o professor. O mestre da cerimônia. Essa figura tinha o papel de nos passar conhecimento através de seus  livros e do velho quadro de giz. Lembro-me que diversas vezes copiávamos a lousa inteira recheada de palavras por duas ou até três vezes. Era muito cansativo e todos nós ou a grande maioria se desinteressava rapidamente da aula. Não tinha graça alguma aprender daquela maneira. O interesse da maioria nao brotava. Aquela era a informação que tínhamos e meio que parava por ai. Se quiséssemos aprofundar alguma pesquisa para algum trabalho recorríamos às bibliotecas. Lembro-me também que uma tia minha possuía aquela enciclopédia enorme chamada Barsa. Eu procurava o que queria no meio daqueles enormes livros, lia e passava para o papel.
Hoje com a evolução tecnológica que vivemos, temos inúmeras fontes de informações que quisermos consultar através da internet. A rede nos proporciona através das ferramentas de comunicação acesso ilimitado a uma série de conhecimentos que podem complementar aquilo que o professor passa em sala de aula. A internet nos permite ter informações nos mais variados formatos, seja em vídeos, em fotos, em animações, que ilustram e facilitam maneira para fixarmos as informações que nos são passadas.

Podemos  buscar informações necessárias para se discutir nas aulas, fazendo com que a busca pessoal das informações agregue mais no valor para nosso conhecimento, ajudando no aprendizado.

È realmente fantástico pensar que tudo isso que vivemos não para por ai. O avanço tecnológico esta cada vez mais veloz, trazendo novas maneiras de adquirir conhecimento. antes impossíveis.

Incentivar e orientar o aluno a utilizar esses novos meios de comunicação aptos para o perfil da Geração y tais como Google, Wikipédia, Facebook, Linkedin, Twitter, Youtube, Myspace, Orkut, dentre outros, para ajudar no processo de aprendizado.

Hoje através da cibercultura o professor tem o interessante papel de estimular discussões e interações dentro da sala de aula. Possibilitando um aprendizado cada vez mais dinâmico. Viva a era multimidiática. Viva a Cultura digital.


quarta-feira, 20 de abril de 2011

Arquitetura de Informação.





“Arquitetura da Informação é a ciência de descobrir o que você quer que o seu site faça e então construir um projeto, antes de mergulhar em sua construção.

John Shiple, conhecido como "Squishy"
 

 Squishy primeiro examina como definir os objetivos do seu site, trazendo luz para a super-importante arte de coletar as opiniões dos clientes ou parceiros, e organizá-las em uma ordem de importância balanceada e coerente. Ele também compartilha conosco o seu esquema de documentar isso tudo, de modo que todas as partes envolvidas possam estar acompanhando.
O próximo passo é descobrir quem será, afinal de contas, o público. Uma vez que esteja claramente definido, você pode então começar a organizar o seu futuro site em páginas de conteúdo e funções que o site vai precisar ter.
Em seguida, Squishy entra na "terra da criatividade", onde você começa a construir a estrutura: forme o esqueleto, escolha suas metáforas, mapeie sua navegação. Então é chegada a hora de encarar os programas gráficos, estabelecer os grids de layout, desenhar esboços, fazer simulações, e estar pronto para construir!

 - Softwares usados para arquitetar informaçoes.

No Brasil, é muito comum vagas para AI’s pedirem familiaridade com o Axure, o Mind Manager e o Visio. O Visio, por ser parrudo e abrangente, ganhou um add-on, que é o Intuitec. A função do Intuitec é adaptar o Visio para ser usado por Arquitetos, facilitando o pensamento gráfico e intuitivo.



Usabilidade de sistemas.




"não me faça pensar".


O termo usabilidade é fortemente usado hoje no mundo da informática. Na interaçao homem e maquina  e na ciência da computação, usabilidade normalmente se refere à simplicidade e facilidade com que uma interface, um programa de computador ou um website pode ser utilizado. O Termo também é utilizado em contexto de produtos como aparelhos eletrônicos, em áreas da comunicação e produtos de transferência de conhecimento, como manuais, documentos e ajudas online.

O que é usabilidade?

Usabilidade pode ser definida pelo o quanto algo é fácil de aprender pelo usuário, ou seja, um sistema com boa usabilidade possui uma interface fácil de usar.
Durante muito tempo a usabilidade foi considerada como simplesmente um diferencial no desenvolvimento de sistemas, mas hoje ela já se tornou um pré-requisito em qualquer projeto de interfaces. Afinal do que adianta ter um sistema com várias funcionalidades se o usuário nem consegue usá-las.
Como usar?

 Existem algumas técnicas para fazer a análise da usabilidade em uma interface.  

 - Análise heurística

Esta análise é realizada seguindo alguns princípios de desenvolvimento de interfaces.

É um teste mais lógico, onde o especialista em usabilidade usa um checklist com as questões que ele deve verificar no sistema. Esse checklist pode variar muito pelo tipo de sistema que está sendo testado.

 - Análise Empírica

A análise empírica consiste no teste real com o usuário.

Este teste pode ser realizado tanto no próprio local de trabalho do usuário, como também em um laboratório. A segunda opção é melhor, pois os avaliadores possuírem um maior controle sobre o teste.
 
Por que usar?

Um dos principais motivos dos abandonos de um software pelo usuário é a dificuldade de uso e desconforto com a interface. Por este motivo é importantíssimo que a empresa se preocupe em investir no estudo da usabilidade dos seus sistemas.

Temos um grande exemplo no mundo da informatica que foi o lançamento da suite de aplicativos office da Microsoft. Uma das maiores críticas ao Office 2007 foi a mudança de interface, isso porque os usuários se acostumaram durante anos a usar a interface clássica do Office e agora ficam perdidos na nova interface do Office 2007.


No mundo do desenvolvimento de software existe muita concorrência, e vence aquele que agrada mais o usuário. A usabilidade deixa o usuário satisfeito, sendo que consegue executar sua tarefa sem enfrentar possíveis frustrações.

quarta-feira, 23 de março de 2011

BBS - O que podia ser feito antes do www.

Quando tudo começou.


“Nevava muito em 16 de janeiro de 1978 quando Ward Christensen, um programador da IBM, decidiu ligar para o colega Randy Suess, que trabalhava com hardware, para que ele o ajudasse a ligar um computador S-100 em uma linha telefônica. A idéia era permitir que outras pessoas pudessem acessar informativos.

Esse trecho faz parte de um relato do próprio Christensen sobre a criação do primeiro BBS (Bulletin Board System) do mundo, sistema que antecedeu a internet. “Isso a mais ou menos ha 32 anos atrás.”


BBS – O que eram?


Podemos compreender inicialmente as BBS como “redes particulares” que permitiam a distribuição de softwares, aplicativos e informações alem de lazer e interação entre os usuários conectados a BBS. Os usuários descobriram que era possível usar o computador para comunicar-se com outros usuários. Eles podiam trocar arquivos, informações, ou seja, usar o seu computador pessoal conectado a uma rede de computadores de uma forma não isolada. Na era pré-Internet as BBS ganharam grande popularidade por terem uma idéia simples e tecnicamente fácil. Alguns, como a Mandic BBS*, de São Paulo, se tornaram gigantes com milhares de usuários pagando uma mensalidade para acesso ao serviço. Isso aconteceu porque, durante muitos anos, a Internet permaneceu restrita apenas a área Acadêmica e de pesquisas no Brasil.

Por outro lado existiam varias BBS's com possibilidade de conexão gratuita. Inicialmente para se criar uma BBS era necessário um computador com um modem instalado, uma linha telefônica e um software (plataforma) na qual computadores clientes se conectam ao numero de dados da BBS. Com um modem configurado o computador passava a responder chamadas automaticamente (pedidos de conexão). Pronto, o computador se transformava em um servidor, Podendo ser disponibilizados uma série de coisas muito parecidas com a Internet que temos hoje, como correio eletrônico, diretórios com arquivos e programinhas para download. O BBS também podia ser temático, com acesso exclusivo de usuários a determinados assuntos, como medicina, arquitetura, entre outros.

Os sistemas mais utilizados na época para navegação no BBS, o Worldgroup BBS (antes Major BBS) trazia uma interface gráfica pesada, mas muito usada pelos sysops** que adotavam a interface justamente pela facilidade de uso.

Com a generalização da WWW, as BBS tornaram-se obsoletas tecnologicamente e foram sendo gradualmente substituídas por serviços on-line e por WebBBS.

A maioria das BBS atuais é acessível por uma conexão simples através do protocolo Telnet.


Conexao estabelecida em uma BBS.


Tela inicial de uma BBS (monocromatica)


*Mandic BBS: A Primeira rede de relacionamento do Brasil – Sem subsídios para financiar um escritório, Aleksander resolveu abrir sua idéia ao público em seu próprio apartamento. “Em 1990, eu tinha uma linha telefônica, que na época custava em torno de quatro mil dólares, um micro 286 e minha vontade de mostrar essa nova tecnologia às pessoas”, afirma Mandic. A novidade caiu no gosto dos usuários e o visionário resolveu ampliar os negócios. Em 1995 já eram 95 linhas telefônicas em seu apartamento e 10 mil usuários disputando a conexão.

** Sysop, abreviatura da expressão inglesa system operator, é o termo com que eram designados os administradores e responsáveis por uma BBS - muitas vezes, o próprio sysop era também o dono da respectiva BBS. Atualmente, esta expressão inclui (ou refere-se a) o administrador de um sistema, ou operador com privilégios adicionais, tipicamente relacionados com a manutenção de um sistema de informação.



Uma breve descrição do Protocolo Telnet.

Telnet é um protocolo de login remoto que possibilita comunicação com outras máquinas. A finalidade principal é possibilitar o acesso remoto a qualquer equipamento/máquina que esteja executando em modo servidor.

Via Telnet você tem acesso via terminal como se estivesse sentado na frente da máquina, pode até mesmo abrir aplicativos de modo texto, como Links, Vi etc. Além de poder usar todos os comandos. naturalmente, o que você poderá fazer estará limitado à conta de usuário que utilizar. Por questões de segurança você não poderá logar-se como root, embora nada impeça que você use um login de usuário para ter acesso ao sistema e depois use o comando "su" para virar root.

Este protocolo vem sendo gradualmente substituído pelo SSH, cujo conteúdo é criptografado antes de ser enviado. O uso do protocolo Telnet tem sido desaconselhado, a medida que os administradores de sistemas vão tendo maiores preocupações de segurança. Com o Telnet todas as comunicações entre o cliente e o servidor podem ser vistas, inclusive senhas, já que são somente texto aberto.


Até a edição Vista do Windows o sistema telnet é reconhecido como um comando padrão, podendo ser usado através do comando “telnet_ip_do_servidor”.


Telnet através do sistema Windows.

O Telnet tambem serve de ponte para acesso a alguns aparelhos como roteadores e switchs, afim de realizar algumas configuraçoes via terminal.

Acesso via telnet a um roteador de internet.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Hipermídias - Nascimento, evolução e seus protagonistas.



Ted Nelson criador do cenceito de "ligar" textos.



  




















 




















Vannevar Bush -  idealizador do projeto
memex - visto como um conceito pioneiro,
precursor da www.























 Tim Berners-Lee
implementou a primeira comunicação bem-sucedida entre um 
cliente HTTP e o servidor através da Internet.



A Hipermidia é um termo criado pelo sociólogo, filósofo e pioneiro de sistemas de informação estadunidense Ted Nelson em 1960. Utilizada como uma extensão do termo hiperlink, a hipermídia promoveu a fusão dos vários tipos de mídia - como o áudio, vídeo, texto e gráficos – para criar um meio de comunicação único, de leitura não-linear, características próprias e gramática peculiar.Apesar de o termo ter sido criado nos anos 1960, a idéia de hipermídia já vinha sendo proposta desde meados de 1945, com o artigo As We May Think de Vannevar Bush. Em seu trabalho, Bush propôs a criação de uma máquina chamada Memex, capaz de armazenar várias informações em sua memória. Com essa máquina, segundo Bush, os conhecimentos poderiam ser somados e guardados em um único lugar, além de poderem ser acessados rapidamente quando fosse necessário. Na época a idéia soou como futurista e utópica. A máquina não saiu do papel, mas foi a precursora da idéia de hipertexto.
A partir da idéia de Vannevar Bush, Ted Nelson começou a trabalhar no que posteriormente viria a ser o Projeto Xanadu. A idéia principal do projeto era que o leitor poderia seguir uma não-linearidade de leitura do documento eletrônico. Tal idéia anunciava o que viria a ser chamado de Hipertexto – sistema de informações cujos documentos possuem referências internas para outros documentos.Enquanto Ted Nelson procurava amadurecer o conceito de hipertexto, na década de 1960 o inventor estadunidense Douglas Engelbart desenvolveu e apresentou o primeiro sistema computacional colaborativo, chamado de NLS (o oNLine System). O NLS foi o primeiro sistema a empregar o uso prático do hipertexto: links, o mouse (inventado pelo próprio Engelbart em associação a Bill English), GUI e informações organizadas por relevância fizeram parte do sistema. Suas demonstrações ficaram conhecidas como The mother of all Demos, ou A mãe de todas as demonstrações.Apesar do seu sucesso, o NLS começou a entrar em desuso em meados de 1969. O principal motivo eram as dificuldades de aprendizado e desenvolvimento do sistema – eram utilizados métodos de programação pesada que muitas vezes os usuários sentiam-se forçados a aprenderem códigos que não serviam para nada realmente útil. Com a chegada da ARPANET, que também empregava o hipertexto, muitos pesquisadores que trabalharam no NLS abandonaram o projeto e seguiram para a Xerox-PARC.Em 1981, a Xerox desenvolveu a estação de trabalho Star, primeira comercial a utilizar tecnologias que hoje fazem parte dos computadores pessoais. Janelas com interface gráfica, ícones, pastas, mouse, servidor de arquivos e impressoras e e-mail faziam parte do sistema. O conceito de Hipermídia começava a amadurecer com a utilização de widgets e tornava-se cada vez mais uma extensão do hipertexto.Em 1979, Steve Jobs realizou uma visita aos laboratórios de desenvolvimento da Xerox e soube do desenvolvimento de uma tecnologia de interface gráfica. Pela visita Jobs ofereceu ações da Apple e retomou o desenvolvimento do Lisa e do Macintosh. Em 1984 Steve Jobs e a Apple apresentaram o Macintosh 128k, a primeira máquina construída totalmente em torno de interface gráfica – mais do que nunca a hipermídia estava presente na informática. Suas bases estavam solidificadas e prontas para serem desenvolvidas.A 1987, a Apple desenvolveu o primeiro aplicativo bem sucedido baseado em hipermídia. Tratava-se do Hypercard, aplicação que combinava banco de dados com interface gráfica, flexibilidade e interação do usuário com o programa por meio de modificações. Oficialmente lançado com o System Software 6, o Hypercard incorporava também o Hypertalk, uma linguagem poderosa e de fácil aprendizagem que permitia a manipulação de dados e de interfaces.Com a possibilidade de interação entre usuário e sistema, o Hypercard foi um sucesso. A hipermídia alcançara um nível de amadurecimento que resultaria na criação da WWW. Idealizada por Tim Berners-Lee ainda em 1980, inicialmente a WWW tinha como objetivo facilitar o compartilhamento de documentos entre seus colegas. Contudo, Tim logo descreveu um sistema de informações mais elaborado e propôs formalmente a WWW no final de 1990. No NeXTcube que utilizava como servidor web, Tim desenvolveu o primeiro navegador, o WorldWideWeb em 1990. No final daquele ano já tinha todas as ferramentas necessárias para o funcionamento do sistema: o servidor, o navegador e as primeiras páginas web, que buscavam descrever e explicar o projeto. Diferente do Hypercard, a WWW não era um software proprietário, o que tornou possível a criação de extensões e diversos sistemas sem que houvesse a preocupação com direitos autorais. Em 1993 a WWW passou a ser livre para todos e houve uma grande virada a seu favor, principalmente com a introdução do navegador gráfico Mosaic desenvolvido por universitários.O conceito de Hipermídia expandiu-se após a criação da WWW e Berners-Lee realizou o sonho que Ted Nelson teve com o Projeto Xanadu – interligar documentos textuais e visuais em sistemas informacionais. Utilizada hoje em instituições educacionais, a hipermídia auxilia cada vez mais a construção de sociedades capazes de pensar em conjunto e de maneira compartilhada. As informações lineares e seqüenciadas sedem cada vez mais espaço aos sistemas hipermídia: um conjunto enorme de arquivos interconectados em uma rede. Muitos dizem que as relações sociais e de aprendizado nunca mais serão as mesmas – o antigo sistema de ensino em que o professor transmite o conhecimento e o aluno o recebe passivamente está próximo do fim. Graças à hipermídia e a informática, surgiram novas formas de adquirir conhecimento e de administrar informações por vários caminhos distintos e não-seqüenciais.Surgida com Vannevar Bush, a idéia de hipermídia passou de futurística e improvável para algo que está mais presente do que nunca na nossa sociedade.